Boletim informativo do Sindigás
Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de  Gás Liquefeito de Petróleo 
23 de maio de 2006 – Ano 2 – Número  15 

Prezado amigo (a) ,

Este informativo do Sindigás, que temos a honra de lhe enviar, tem por objetivo informar, em resumo, 
as  principais novidades da indústria do GLP. Clicando em cada item, você poderá acessar informações 
mais completas, no site www.sindigas.org.br

GLP pode ajudar no alcance das Metas da ONU para o Milênio

 

Substituir o uso da lenha pelo GLP entre as populações pobres seria uma forma de reduzir as

enfermidades e melhorar a qualidade de vida dos países em desenvolvimento, afirma o Prof. Kirk Smith,

da Universidade da Califórnia, em livro publicado pela WLPGA – World LP Gas Association. A poluição

causada pela queima residencial de lenha ou carvão é um fator de alto risco ambiental, causando 1,6

milhão de mortes prematuras em todo o mundo. Por causa da pobreza, frisa o Prof. Smith, metade da

população mundial só tem acesso a energéticos da pior qualidade, tais como lenha, esterco e carvão.

Por isso deveria haver maior incentivo ao uso do GLP, que é limpo, eficiente e não é tóxico. Ele sugere

uma ação coordenada dos governos e do setor privado, com subsídios e impostos baixos para a compra

de fogões e de botijões de gás.

Ver a entrevista na íntegra:

Texto original (inglês)

Texto traduzido (português)

 

GLP é alternativa para termelétricas

 

Para assegurar o funcionamento das usinas termelétricas, o governo estuda as seguintes alternativas

ao gás natural: álcool, GLP (gás liquefeito de petróleo), óleo diesel (já usado em algumas usinas) e GNL

gás natural liquefeito). Quanto ao uso do álcool, especialistas do setor consideram que não haveria

quantidade suficiente, pois a oferta já se mostra escassa para o consumo dos automóveis no mercado

interno. O mesmo acontece com a demanda de óleo diesel, que em parte está sendo importado.

A Petrobras concluiu os testes para introduzir óleo vegetal no processo da produção de óleo diesel, o que

permitirá reduzir a atual dependência. Quanto ao GNL, exigirá a construção de unidades de

processamento no país e, antes disso, teria que ser importado. Por outro lado, o GLP já é processado

nas refinarias brasileiras e sua produção está alcançando este ano a auto-suficiência.

Noticiário sobre o assunto:

Folha de S. Paulo – 19/05/06 – Governo cria plano contra dependência de gás

Jornal Nacional – 18/05/06 - Política energética: anunciado pacote para ampliar autonomia no abastecimento

Jornal da Band – 18/05/06 - Conselho Nacional de Política Energética define pacote anti-apagão

 

ANP e Distribuidoras alertam para demanda especulativa

 

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) e as distribuidoras de GLP detectaram em algumas regiões do País

um aumento no volume de vendas do produto, estimado em 10% a 20% do volume normal. A partir das

notícias sobre o fornecimento de gás natural da Bolívia para o Brasil, alguns especuladores teriam fomentado

rumores sobre uma possível falta de gás no mercado, levando consumidores a estocar botijões em suas

casas. O superintendente de abastecimento da ANP, Roberto Ardenghy, em entrevistas à imprensa,

esclareceu aos consumidores que não há qualquer relação entre o gás boliviano e o gás liquefeito de

petróleo, comercializado em botijões para uso residencial ou distribuído a granel para as indústrias. "Não

há qualquer risco de desabastecimento de GLP”, disse Ardenghy. “Cerca de 96% do mercado é abastecido

com produto nacional, e não há importações da Bolívia".

Leia o noticiário sobre este assunto:

Monitor Mercantil - 13/05/2006 - Especulação provoca corrida ao gás de botijão

DCI – 15/05/2006 - Medo faz crescer venda de botijão de gás liquefeito

Estado de Minas – 16/05/2006 - Gás de cozinha já falta em Minas Gerais

 

Sindigás defende fortalecimento da agência reguladora

Durante Audiência Pública na Câmara dos Deputados, no último dia 16/5, promovida pela comissão

especial encarregada de elaborar o Código Brasileiro de Combustíveis, o presidente do Sindigás, Sérgio

Bandeira de Mello, afirmou que para o setor do GLP esse código não será necessário, nem útil, pois já

existem leis suficientes. “O fundamental é fortalecer a Agência Nacional do Petróleo (ANP) para coibir

a atividade informal e outras irregularidades ainda existentes no setor", disse ele, destacando que

todos os pontos necessários já estão nas normas vigentes. Participaram também da Audiência Pública,

representando os revendedores, os presidentes da Fergás, Álvaro Chagas, e da Fenagás, Jorge Lúcio

da Silva.

Leia o noticiário sobre este assunto:

Parana On-line - 16/05/2006 - Sindicatos pedem legislação específica para gás de cozinha

Apresentação do Sindigás na Audiência Pública

 

 

 

Reunião no Uruguai discute GLP na matriz energética do continente

A AIGLP – Asociación Iberoamericana de Gás Licuado del Petróleo, entidade representativa das principais

distribuidoras de GLP da Península Ibérica e da América Latina, realiza esta semana, nos dias 24 a 26 de

maio de 2006, o seu o XXI Congresso, em Colonia del Sacramento, no Uruguai. A AIGLP planeja o

desenvolvimento de vários trabalhos, inclusive publicações sobre o setor e a defesa do consumidor, tanto

nos aspectos de segurança como nas questões de atendimento, assistência técnica e práticas comerciais

éticas. Além disso, será intensificada a defesa dos pontos convergentes das diversas entidades nacionais

filiadas à AIGLP.

Veja a programação do evento.

 

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