
Boletim informativo do Sindigás
Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo
13 de junho de 2007 – Ano 3 – Número 30
Prezado amigo (a) ,
Este informativo do Sindigás, que temos a honra de lhe enviar, tem por objetivo informar, em resumo,
as principais novidades da indústria do GLP. Clicando em cada item, você poderá acessar informações
mais completas, no site www.sindigas.org.br
TRF confirma proibição do uso de botijões de outras marcas
A ação movida pela distribuidora Consigaz contra a ANP (Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e
Biocombustíveis) para comercializar GLP em botijões de outras empresas foi julgada improcedente pelo
Tribunal Regional Federal da 2ª Região, do Rio de Janeiro, por unanimidade. A empresa contestava na
Justiça as normas da ANP, que proíbem as distribuidoras de envasar gás liquefeito de petróleo em
recipientes de outras marcas, prática abolida desde 1990.
O uso de botijões de outras distribuidoras é crime previsto na Lei 8176/91 (que define crimes contra a
ordem econômica e cria o Sistema de Estoques de Combustíveis), com pena de até cinco anos de
detenção. A Lei de Propriedade Industrial (9279/96) também proíbe a comercialização de qualquer
produto em embalagens de outras marcas.
Leia notícias publicadas na imprensa :
"Justiça proíbe distribuidora de usar botijão de outra marca"
"Distribuidora de GLP perde o direito de usar botijão de outra marca"
GLP pode trazer grande economia de energia elétrica para o país
“A simples substituição do chuveiro elétrico por aquecedores a GLP nas residências, além de representar
economia para o bolso do consumidor, poderia liberar o país da construção de duas novas hidrelétricas
e do risco de um novo apagão”, afirma Sérgio Bandeira de Mello, o presidente do Sindigás. O tema foi
focalizado pela jornalista Ramona Ordoñez, no O Globo On Line.
Com um índice de 68% de uso da eletricidade para o aquecimento de água nas residências, o Brasil
está muito acima de todos os outros países do mundo, segundo estudo feito pela consultoria Booz Allen
Hamilton. A diferença entre o Brasil (68%) e o segundo lugar (Áustria, com 46%) corresponde a 22% do
consumo brasileiro para este fim, ou seja, cerca de 10 milhões de domicílios. Se pelo menos a quarta parte
desses consumidores (2,5 milhões de domicílios) trocasse o chuveiro elétrico por aquecedores a GLP, o
consumo de energia elétrica no Brasil seria reduzido em 3,5 mil GWh por ano. Levando-se em conta a
geração dessa eletricidade durante o horário de pico (entre 18 e 21 horas), esse total corresponde a 40%
da capacidade da usina de Itaipu.
- Leia matéria do Globo Online (22/5).
ONU alerta para perigos do consumo de lenha
A queima de combustíveis sólidos, que provoca poluição do ar dentro de residências, está entre as dez
mais importantes ameaças à saúde pública, causando pneumonia e doenças respiratórias incapacitantes,
informou a OMS (Organização Mundial da Saúde), órgão da ONU. Este problema afeta 21 países, a maioria
africanos, causando a morte de cerca de 1,5 milhão de pessoas por ano. Cerca de três bilhões de pessoas
dependem de madeira, esterco, resíduos de colheitas e carvão para cozinhar e se aquecer. "A prevenção
potencial é enorme", disse a diretora-geral-assistente da OMS, Susanne Weber-Mosdorf. A OMS calculou que
entre os mortos do chamado "assassino da cozinha", em 2006, estavam 800 mil crianças e 500 mil mulheres.
A OMS defende a adoção de combustíveis mais limpos e eficientes, como o biogás, o GLP e o querosene, bem
como o uso de fogões mais modernos e exaustores para impedir a poluição do ambiente doméstico. Os dados
foram divulgados durante reunião da Comissão das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, em Nova York.
- Leia matéria do Diário do Grande ABC
Plantio de árvores na Mata Atlântica neutraliza Congresso da AIGLP
Todas as emissões de CO2 geradas no XXII Congresso da Associação Ibero-Americana de GLP, que acontecerá
no Rio de Janeiro nos dias 27 a 29 de junho, serão compensadas com o plantio de árvores na Mata Atlântica.
Este é o primeiro evento do setor dos derivados de petróleo que põe em prática as recomendações do Painel
Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), para minimizar os
efeitos do aquecimento global.
O evento já recebeu o selo “Carbonozero” e todo o CO2 emitido com transporte aéreo e terrestre, iluminação,
hospedagem, refrigeração, logística e som vai ser calculado para ser neutralizado com o plantio de árvores. A ação
será coordenada pela consultoria MaxAmbiental em parceria com a Organização Não-Governamental SOS Mata
Atlântica. Cerca de 150 executivos da América Latina e da Península Ibérica já confirmaram presença no evento,
que tem como tema: "GLP – Energia abundante, limpa e eficiente".
Veja a programação do XXII Congresso da AIGLP
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