
Boletim informativo do Sindigás
Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo
27 de novembro de 2007 – Ano 3 – Número 36
Prezado amigo (a) ,
Este informativo do Sindigás, que temos a honra de lhe enviar, tem por objetivo informar, em resumo,
as principais novidades da indústria do GLP. Clicando em cada item, você poderá acessar informações
mais completas, no site www.sindigas.org.br
Discurso monotemático pode levar a apagão
A tendência tipicamente brasileira de cantar o samba de uma nota só pode levar o país em breve a imitar a
vizinha Argentina, que tem vivenciado um previsível – e evitável – apagão. Não será outro o resultado se o
gás natural continuar seu curso de desperdício em setores para os quais só pode ser competitivo de maneira
artificial .
Clique aqui para ler o artigo completo do "Sindigás Opina"
WLPG Forum 2009 no Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro vai abrigar a 22ª edição do World LP Gas Forum em 2009, com o apoio do Sindigás. O Brasil
disputou com o México a sede do maior evento internacional do segmento de GLP. Pela segunda vez, o WLPG
Forum será realizado na cidade, que já organizou o encontro em 1991. Na América do Sul será a quarta edição,
depois de Buenos Aires em 1997 e Santiago em 2003.
O evento é organizado anualmente pela World LP Gas Association (WLPGA), que reúne grandes multinacionais do
setor, como SHV, Repsol YPF, BP e Indian Oil Corporation além de gigantes nacionais como Ultragaz, Nacional
Gas Butano e Liquigas. Na edição do Rio de Janeiro, o tema principal será a contribuição do GLP para os países
subdesenvolvidos.
Visite o site do World LP Gas Forum 2008 que ocorrerá em Seoul
Leia o artigo do Superintendente Adjunto da ANP, Carlos Orlando Enrique da Silva
Câmbio Climático e o uso do GLP. Pode ser essa uma solução?
O incremento da utilização do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mesmo considerado um energético
“non-zero GHG”, deve ser entendido como uma solução, rápida, abundante, moderna e eficaz para a redução da
emissão dos gases causadores do efeito estufa, quando utilizado no lugar ou em conjunto de outros energéticos
que geram mais poluição. Este é o assunto abordado pelo Diretor Executivo da AIGLP, Andre Donha, em seu
artigo publicado na revista da Confedegas - Confederação da Indústria e Comércio de Gás da Colômbia.
Veja o artigo completo publicado na revista da Confedegas
SINDIGÁS ENTREVISTA Nós já tínhamos consciência de que o Brasil poderia ter dificuldades na expansão do GN. A SHV não enxerga o GLP como um substituto, mas sim como complemento ao GN. Existem mercados pontuais para cada um. O que acontece é que o Brasil apresenta dificuldade na distribuição do GN, que precisa de uma infra-estrutura específica. E com o gás LP isso não acontece, pois tem a vantagem da mobilidade. É um produto que pode ser estocado e armazenado. Outra diferença é que o mercado do GLP oferece concorrência, enquanto o GN é vinculado a um fornecedor só. Em meio à crise de abastecimento de GN, o maior beneficio para o GLP é a chance de chamar atenção para o produto e apresentar o seu real posicionamento. O GLP não é só para cocção de alimentos e tem múltiplas aplicações. A nossa grande oportunidade é essa. Reforçar o posicionamento que o produto deveria ter e ainda não tem. 2. De que forma é possível ampliar a participação do GLP como substituto ao GN em caso de contingenciamento? O GLP pode funcionar como backup para o GN. Em indústrias de grande porte, o GN é mais interessante, mas o GLP é uma garantia como backup para funcionamento das empresas nos momentos de crise de fornecimento do GN. Já algumas empresas de menor porte preferem o GLP , mesmo próximas às redes de GN, pela garantia do abastecimento e muitas vezes pagam valores mais altos por isso. 3. Em que pé está a procura de empresas junto às distribuidoras de GLP em busca de abastecimento? |
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