
Boletim informativo do Sindigás
Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo
04 de junho de 2008 – Ano 4 – Número 43
Prezado amigo (a),
Este informativo do Sindigás, que temos a honra de lhe enviar, tem por objetivo informar, em resumo, as principais novidades da indústria do GLP. Clicando em cada item, você poderá acessar informações mais completas, no site www.sindigas.org.br
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O poder regulatório e o mercado em debate
A interferência dos poderes estaduais e municipais na competência da ANP estará em debate durante o Fórum Permanente do Gás LP - 3º Encontro, que o Sindigás promoverá em Brasília, no dia 5 de junho. A ação dos legisladores na esfera de atuação da agência reguladora inviabiliza a existência de modelo claro a ser seguido pelo setor, resultando em um ambiente desfavorável ao investidor e prejuízos ao consumidor final.
O encontro, que terá como tema "A importância do poder regulatório da ANP e o mercado de Gás LP", será dividido em dois blocos. O primeiro será sobre a multiplicidade de iniciativas legislativas e o poder da ANP, e o segundo sobre o mercado de Gás LP e os riscos para o consumidor e para a concorrência. O evento contará com a presença de José Lima de Andrade Neto, secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do MME, e também de Edson Menezes da Silva, superintendente de Abastecimento da ANP. Como palestrantes, participam João Geraldo Piquet Carneiro e Gesner Oliveira.
Data: 5/6/2008
Horário: 8h45 às 12h30, seguido de brunch
Local: SHIS QI 05 Chácara 27 - Lago Sul – Brasília
LINK: http://www.sindigas.com.br/sindigas/calendario_eventos.asp
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Justiça nega recurso à Maxigás
O desembargador federal Sergio Schwaitzer negou à Maxigás o provimento de recurso que garantia à empresa por meio de mandado de segurança o direito de receber até 4,5 mil toneladas de Gás LP por mês. O mandado de segurança havia sido conquistado após ação proposta contra a ANP cuja norma obriga às empresas a ter uma determinada capacidade de armazenamento e tancagem para receber tal quantidade de produto. Embora tenha tanques suficientes, a Maxigás não possui embalagens próprias para dar vazão a 4,5 mil toneladas mensais do produto.
De acordo com o diretor Jurídico do Sindigás, Ricardo Tonietto, a decisão do desembargador foi importante para o setor, pois “privilegia o cumprimento das normas da Agência”. Tonietto afirma que a Maxigás ainda pode recorrer, mas a decisão proferida não poderá ser revertida na atual fase processual. Segundo o advogado, outras empresas, como a Consigás, também estão contestando as normas da ANP, requerendo o direito de receber quota de produto acima da sua capacidade e de envasar em botijões de outras empresas.
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Evento da AIGLP fortalece o debate sobre o setor
Entre os saldos do XXIII Congresso da AIGLP (Associação Iberoamericana de Gás Liquefeito de Petróleo – www.aiglp.com), realizado de 7 a 9 de maio em Montevidéu, no Uruguai, está o lançamento de comissões permanentes da entidade. Representadas por profissionais de mais de 10 países, as comissões Técnica, de Normas e Regulação e de Desenvolvimento de Mercado desenvolveram um plano de trabalho para buscar avanços em suas áreas de atuação. Paralelamente ao congresso, foi realizado um evento técnico com ênfase nas inovações tecnológicas, a principal delas o GNS, que permitirá às empresas distribuidoras expandirem seu mercado, principalmente no segmento industrial, e desta forma, reposicionarem o produto.
Durante o Congresso, foi destacada a abundância de Gás LP esperada para os próximos anos na América Latina.
A importância da presença e desenvolvimento de uma regulação efetiva e mais uniforme entre os países latino-americanos, fins de restrições de usos do Gás LP e a preocupação com a aplicação e as conseqüências de fortes práticas de subsídios de alguns governos, também foram debatidos. Outros temas relacionados à segurança e o papel ambiental que o Gás LP pode desempenhar no apoio à luta contra as mudanças Climáticas foram apresentados. Outro tema de destaque foi a relevância social do Gás LP e a necessidade de incentivos para que este energético possa cumprir seu papel nas camadas menos favorecidas da sociedade em toda a América Latina.
Participaram do encontro executivos, técnicos e representantes da indústria de Gás LP de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Paraguai, Portugal, Uruguai, EUA e ainda alguns representantes de países da Europa Ocidental. O evento contou também com membros de Governo e Agências de Regulação e Fiscalização como ANP do Brasil, CREG e SSPD da Colômbia, URSEA do Uruguai e OSINERGMIN do Peru.
e faça “download” das apresentações dos eventos: www.aiglp.com
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GNS, uma alternativa ao Gás Natural
Uma nova tecnologia que mistura o Gás LP com o ar deu origem ao Gás Natural Sintético (GNS), que possui poder calorífero e características de combustão semelhantes ao Gás Natural. Com a vantagem de que o Gás LP tem 22% maior poder calorífico que o GN, a mistura com ar gera o “Gás Natural Sintético. As distribuidoras de Gás LP pretendem disseminar o novo produto, que não requer alterações nas plantas das indústrias, como back-up para o Gás Natural, em caso de contingenciamento. A nova tecnologia vem sendo adotada em diversas empresas da América Latina e, no Brasil, podemos dar como exemplo a Samsung em Manaus, entre várias outras.
Leia nota em O Globo.(link)
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