
Boletim informativo do Sindigás
Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo
15 de julho de 2008 – Ano 4 – Número 45
Prezado amigo (a),
Este informativo do Sindigás, que temos a honra de lhe enviar, tem por objetivo informar, em resumo,
as principais novidades da indústria do Gás LP. Clicando em cada item, você poderá acessar informações
mais completas, no site www.sindigas.org.br
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Novo aumento do Gás LP cria diferenciação de preços inaceitável
Com o terceiro aumento este ano no preço do Gás LP para clientes comerciais e industriais, a Petrobras
cria para a venda de embalagens de 45 kg uma diferença de mais de 50% em relação ao botijão de 13 kg,
que não tem reajuste desde 2002.
O recente aumento de 6% vem somar-se aos 15% anunciados em 2 de janeiro e aos 10% estabelecidos
dia 1º de abril, altas inaceitáveis num cenário inflacionário estabilizado como o atual.
Essas decisões mostram um quadro de artificialismo representado tanto pela alta exagerada no custo de
uma embalagem quanto o represamento incompreensível no preço de outra, para um mesmo produto.
“Ninguém ganha com isto, explica o presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello. O curioso é que,
para a gasolina, encontrou-se uma forma de usar a CIDE para amortecer o impacto. Mas, em relação ao
Gás LP, que afeta mais diretamente a população de baixa renda, não há preocupação neste sentido,
é incompreensível”.
Na sua avaliação, a diferenciação excessiva criada em nome de uma suposta função social é,
ao contrário do que se deseja, uma porta aberta para a ocorrência de fraudes e, consequentemente,
riscos para o usuário. O Sindigás já se comunicou com a ANP sobre o tema e espera manifestação
oficial da agência reguladora.
Leia matérias “Aumento poupa botijão de 13 kg”, publicada no Estado de S. Paulo e no
Jornal do Commercio, e “Alta do querosene já chega a quase 35%”, veiculada no DCI.
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Sindigás comprova vantagens do Gás LP em Santos
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás LP (Sindigás) foi convidado, juntamente com
a Congás, para participar de audiência pública na Câmara Municipal de Santos, no último dia 19 de junho.
A pauta teve como foco a instalação da rede de Gás Natural no município. Na oportunidade, houve uma
ampla discussão sobre os prós e contras da utilização do GN em domicílios em substituição ao Gás LP.
O presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello, apresentou um breve histórico do Gás LP no Brasil,
destacando o cenário de abundância da oferta do produto no país e os benefícios em comodidade,
segurança e preço para o consumidor final.
P - Qual o principal foco da sua apresentação na audiência?
SBM - Procurei mostrar que o Gás LP é prejudicado por uma imagem desgastada e que não corresponde
a sua importância na matriz energética brasileira. Não somos carvão. Assim como o GN, somos também
um gás, que segue um racional de distribuição que atende com eficiência ao perfil da demanda nacional.
Em outras palavras, o Gás LP não se torna um combustível decadente com a chegada do Gás Natural.
Ao contrário: quanto maior a produção de GN, maior a oferta de Gás LP que, apesar de um velho conhecido,
representa uma energia moderna, limpa e segura.
P - O que a Congás mostrou para defender seu mercado?
SBM - A Congás ressaltou como fato relevante a abundância do Gás Natural no futuro e suas vantagens
competitivas em relação à eletricidade, especialmente no aquecimento de água, o que é uma verdade
idêntica para o Gás LP. Mas não contestou os números apresentados pelo Sindigás, que comprovam,
de forma ineqüívoca, que o Gás LP é uma alternativa à energia elétrica tão ou mais eficiente que o GN.
Além das carecterísticas de fácil transportabilidade e armazenamento dos botijões, está presente em 100%
do território brasileiro. E oferece ainda a opção a granel através das centrais de gás, com faturamento
pelos medidores para cada unidade familiar.
P - Em termos de preço, o Gás LP é mais competitivo que o GN?
SBM - Apresentamos planilhas atuais de preços médios por diferentes faixas de consumo residencial,
comercial e industrial, com demanda inferior a 500kg mensais. E, com esse números, provamos
que o preço do Gás LP é praticamente 50% mais barato do que o GN nesse nicho de mercado.
Ou seja, essa migração para o GN sem cálculos de reais benefícios pode constituir uma moda,
mas não modernidade.
Ouça entrevista veiculada na rádio CBN Campinas
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Gás Natural Sintético: solução para crise no fornecimento de GN
A mistura de ar com Gás LP forma um produto chamado Gás Natural Sintético. Com poder calorífico
e características de combustão equivalentes ao do Gás Natural, representa, assim, uma solução eficiente
para situações de crise no fornecimento de GN. As indústrias podem armazenar Gás LP e ter GNS em
seu pátio, sem necessidade de alteração nos equipamentos existentes. Não é preciso fazer adaptações
em queimadores e reguladores. A injeção do GNS pode ser feita através de um sistema modular simples,
que permite uma perfeita alternância de combustível.
Veja matéria do DCI
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Novas instalações do Sindigás
O Sindigás inaugurou com um coquetel as novas instalações de sua sede, no último dia 30 de junho,
no Centro do Rio de Janeiro. Na confraternização do setor, estiveram presentes representantes das
Distribuidoras e Revendedoras de todo o país. Com um tema do convite voltado á portas abertas:
“Por favor, pertube o quanto quiser”
Veja fotos do evento:
Foto 1 Foto 2 Foto 3 Foto 4 Foto 5
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