Boletim informativo do Sindigás - Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo
10 de Novembro de 2009 – Ano 5 – Número 69


Zona Oeste de São Paulo adere à Campanha de Combate à Clandestinidade


Foi realizado em São Paulo, no dia 20 de outubro, o pré-lançamento da Campanha de Combate à Clandestinidade – Zona Oeste de São Paulo. O evento, que contou com a participação de cerca de 250 pessoas, entre representantes do Sindigás, Sindicatos da revenda, das companhias distribuidoras e proprietários de revendas, marcou o início do processo de combate às revendas clandestinas de Gás LP na região.

“Estamos começando o trabalho na Zona Oeste e a expectativa é eliminar completamente a ilegalidade na região, com o mesmo êxito que obtivemos na Zona Norte”, afirma o coordenador de Projetos Comerciais da Ultragaz, Fernando Shigueo Omoto Bittar. Para ele, o clandestino distorce a percepção de produto para o consumidor final, absorve a rentabilidade dos autorizados, não oferece valor agregado ao produto e traz insegurança, uma vez que não obedece a regulamentação da ANP.

De acordo com Bittar, a Zona Oeste de São Paulo possui cerca de três milhões de habitantes. O mercado de Gás LP é abastecido por 249 revendedores legais e a estimativa é de que existam cerca de 1500 revendas clandestinas.

O objetivo é melhorar a saúde do negócio dos revendedores legais e garantir mais segurança para a população. “A iniciativa foi muito bem recebida pelos participantes e a expectativa é muito alta em torno da regularização. Já existe a consciência de que as distribuidoras, as revendas autorizadas e os sindicatos são os principais agentes para garantir a efetividade da campanha e impedir a entrada de novos clandestinos na região”, afirma Bittar.


Clique nas imagens abaixo para visualizá-las em tamanho maior




Veja as apresentações realizadas no evento:

Sergio Bandeira de Mello

Ernani de Souza

Marcos Siqueira

 

 
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Estudo da USP avalia o uso do Gás LP em substituição ao chuveiro elétrico


Reportagem recente da GloboNews, veiculada no dia 20 de outubro, mostrou que o chuveiro elétrico é o vilão do consumo de energia nas residências. O Gás LP, no entanto, é uma das alternativas mais viáveis para garantir o aquecimento de água com eficiência e economia. O professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP e coordenador da cátedra do Gás, Edmilson Santos, aborda, em entrevista, estudo realizado pela Universidade, em parceria com o Sindigás, para avaliar o potencial para ampliação do uso doméstico desse energético.
 

Como surgiu a pesquisa da USP em parceria com o Sindigás?
A agenda de pesquisa é ampla e surgiu, principalmente, devido à ausência do Gás LP na pauta de discussão da política energética brasileira. Nosso objetivo é fazer com que o gás ocupe espaços tanto do mercado, quanto das temáticas energéticas. O país cresceu com muita hidroeletricidade e a cultura de consumo segue essa visão. Nosso objetivo é mostrar formas para ampliar o uso do gás para substituir a utilização inadequada da energia elétrica.

Por que o Gás LP deve ser utilizado para o aquecimento de água?
Os gases têm muitos usos. O mais imediato, que pode ser facilmente aplicado no Brasil, é a substituição da energia elétrica no aquecimento de água. A energia elétrica requer um investimento alto em geração, transmissão e armazenagem. Fazer uso dela para aquecimento de água é um desperdício.

Por que essa utilização não acontece com frequência no Brasil?
Uma hipótese é de que os estudos não estão utilizando metodologias de comparação adequadas. Suponho que esses estudos estejam comparando coisas que não são comparáveis. Por isso, as empresas ligadas ao Sindigás irão apresentar seus estudos e a Universidade vai criticar e avaliar se a metodologia está correta. Por exemplo, ao compararmos um chuveiro elétrico com um aquecedor, temos que avaliar se os dois são equivalentes. Se o aquecedor tiver uma potência maior que a do chuveiro, ele irá gastar mais gás. No entanto, o resultado gerado no aquecimento também será melhor que o do chuveiro.

Há alguma vantagem também do ponto de vista ambiental?
A discussão ambiental, atualmente, tem se preocupado muito com a emissão de CO2 e de gases de efeito estufa. Realmente, a hidroeletrecidade não gera CO2. No entanto, temos que levar em consideração o impacto ambiental de uma grande hidrelétrica, como as que serão construídas na Amazônia. O CO2 não é o único problema ambiental. No caso das usinas nucleares que estão sendo incentivadas pelo governo, por exemplo, teremos que lidar com os rejeitos radioativos. Além disso, mesmo à revelia do governo, há uma tendência de criação de termelétricas no país. Essas usinas utilizam o gás para a produção de energia elétrica que, nas residências, irá aquecer água do banho. Nesse caso, não seria melhor utilizar o próprio gás, em quantidades bem menores, para aquecer a água?

 

Veja a reportagem da Globo News


 
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ACRJ tem novo Conselho Empresarial: Parceria Pró-Formalidade


No último dia 20 de outubro, foi realizada a primeira reunião do Conselho Empresarial Parceria Pró-Formalidade, que será presidido pelo economista e pesquisador André Urani. O Conselho reúne representantes do governo, empresas de diversos segmentos e de organizações, dentre elas o Sindigás, e tem como objetivo debater e encontrar soluções para o crescente e complexo fenômeno da informalidade em nossa sociedade.

Segundo Urani, a informalidade contribui diretamente para a queda da produtividade de empreendedores e para a baixa qualidade dos serviços prestados. "Temos que mudar a cultura de desordem da cidade com campanhas maçantes nos meios de comunicação, deixando claro o quanto a informalidade trabalhista tem prejudicado a todos".

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Curso de Gestão de Gases Combustíveis


Estão abertas as inscrições para o curso Gestão de Gases Combustíveis da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), em São Paulo, com duração de 120 horas e data do início das aulas para 05 de Março de 2009.

Acesse o link para maiores informações.

http://www.fdte.org.br/educare/index.asp

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