
Prezado amigo (a) ,
Este informativo do Sindigás, que temos a honra de lhe enviar, tem por objetivo informar, em resumo,
as principais novidades da indústria do GLP. Clicando em cada item, você poderá acessar informações
mais completas, no site www.sindigas.org.br
Debate sobre concorrência tem patrocínio do Sindigás
O Sindigás será o patrocinador do workshop “Por uma Política Moderna de Competição para o
Brasil” , a ser realizado pelo Fórum Nacional, uma iniciativa do INAE – Instituto Nacional de Altos
Estudos – que terá lugar no auditório do BNDES, Rio de Janeiro, no próximo dia 26 de janeiro. Na
ocasião será debatido um estudo sobre “Perspectivas da política de concorrência no Brasil”, de autoria
do economista José Tavares, ex–secretário executivo da Secretaria de Acompanhamento Econômico,
órgão integrante do sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC).
A apresentação do estudo será seguida de pronunciamentos da presidente do CADE, Elisabeth Farina,
do secretário da SDE, Daniel Goldberg, e do secretário da SAE, Hélcio Tokeshi, além de uma mesa
redonda formada pelos professores Afonso Arinos de Melo Franco Neto (FGV-RJ), Paula Forgioni(
FGV-SP), Sérgio Varella Bruna (Ibrac) e Gesner Oliveira (consultor de empresas, ex-presidente do
CADE).
Segundo o ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso, Superintendente-Geral do INAE e Coordenador-Geral
do Fórum Nacional, o workshop tem o objetivo de contribuir para a moderna política de competição. A
palavra “moderna”, disse ele à Newsletter GLP , “foi colocada intencionalmente no título do workshop
porque os novos paradigmas industriais e tecnológicos no mundo globalizado alteram fundamentalmente
a estrutura dos diversos setores, estabelecendo novas realidades no relacionamento entre as empresas”.
Afirma Reis Velloso que esse assunto não pode mais ser encarado de modo mecânico, eminentemente
técnico, pois “é preciso levar em conta os efeitos da nova realidade para a sociedade, as alianças
estratégicas do país, o novo contexto internacional e a Economia do Conhecimento”.
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Sindigás pergunta ao governo do Mato Grosso: “Por que privilegiar o GNV?”
Os jornais de Cuiabá publicaram no dia 2 0 /12 a notícia de que o estado do Mato Grosso havia reduzido
a alíquota do ICMS incidente sobre o Gás Natural Veicular para o nível mais baixo de todo o Brasil.
A surpresa não foi o favorecimento dado ao GNV, mesmo porque o Sindigás não questiona a importância
desse energético, mas sim o fato de que o consumidor matogrossense paga um preço alto pelo GLP, de
acordo com o monitoramento da ANP. O botijão de GLP é caro no Mato Grosso não apenas pelo custo
logístico (em função da distância em relação aos centros produtores) mas também porque aquele estado
tributa o GLP com uma das alíquotas mais altas do Brasil.
A pergunta que ficou no ar, e que o Sindigás formulou ao Governador, foi a seguinte: “Quando o estado
irá rever a carga tributária do GLP, produto que inequivocamente tem mais relevância social que o GNV?”.
O Sindigás colocou-se à disposição do governo do estado para discutir o tema e espera ser chamado para
uma audiência ainda no inicio do ano. Não só no Mato Grosso, mas em todo o País, a pergunta permanece:
“Até quando o GLP vai ser tributado como se não fosse um gênero de primeira necessidade?”.
Veja noticiário sobre:
Redução da alíquota de GNV no Mato Grosso.
Desmentido do Sindigás sobre ICMS do GLP :
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TV e rádio denunciam botijões piratas e revenda clandestina
Um alerta à população sobre botijões piratas e revenda clandestina de gás de cozinha foi destaque do
Programa “Tudo a Ver”, da Rede Record, no dia 6 de dezembro. Diante da importância do tema e da
repercussão da reportagem de Luciano Faccioli no programa de Paulo Henrique Amorim, a matéria foi
reprisada no dia seguinte pela emissora, no programa “SP no Ar”. Além disso, no dia 7/12, também a Rádio
Record transmitiu uma entrevista com o presidente do Sindigás, Sérgio Bandeira de Mello, que fez um alerta,
nos programas de TV e rádio, sobre os perigos da pirataria no envasamento e comercialização irregular de
botijões de outras marcas (OM) e o grande número de pontos de venda clandestinos.
Os pontos de destaque das três reportagens foram: a orientação ao consumidor, para que consiga distinguir
e recusar os botijões assassinos, assim como o apelo às autoridades, para que exerçam com máximo rigor
a fiscalização e não permitam a continuidade dessas práticas nocivas à sociedade.
O Sindigás está programando para o ano de 2006 uma série de seminários e outras ações de comunicação
sobre o problema da pirataria no setor.
Veja as reportagens :
Visite a sala de imprensa e conheça as notícias, publicações,
apresentações multimídia e
outras informações do
setor.